Que importa se alguém vive na mentira, quando só ela lhe traz a felicidade?
A obra do "escritor" mais vendido em Portugal, ao qual felizmente lhe foi negado o Prémio Nobel, pela organização que dificilmente premeia a mentira, é um grande exemplo.
Portugal abrilesco regrediu tanto no modo mental, que nem as editoras se podem dar ao luxo de publicar alguém pela qualidade.
A seguir ao 25 de Abril qualquer pessoa que mostrasse um artigo, uma crónica, um cartoon, uma ilustração, com qualidade a um jornal, uma revista, era apreciado e tinha acesso à publicação. Hoje tudo isso terminou; só a posição social do autor conta. Não é triste?
Os nossos presidentes são de uma cultura das artes, assustadora!, só a evolução dos populares beijinhos, verdadeiramente lhes interessa.

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